Entrevista ao Treinador Rui Prazeres

1. Pequena Apresentação Pessoal
Chamo me Rui Prazeres, tenho 37 anos, sou casado e tenho 3 filhos, todos rapazes.

 

2. Quando começou no mundo do futebol
Comecei a jogar futebol com 7 anos na União Recreativa das Mercês, fiz toda a formação no mesmo clube até chegar a seniores.

 

3. Conte um pouco do seu percurso profissional
Comecei a trabalhar como vendedor na loja Leroy Merlin onde permaneci durante 13 anos, depois disso tive uma proposta para ser supervisor de Hostels onde permaneço até agora.

 

4. Qual a maior dificuldade de treinar crianças/jovens e como contornar essa dificuldade.
Maior dificuldade que tenho a treinar crianças são as dificuldades e diferenças normais que existem entre eles e ter que saber lidar com essas diferenças, o cansaço normal que existe depois de um dia de escola e depois vão treinar já cansados psicologicamente e todas estas dificuldades são desafiantes.

 

5. Indique um momento que tenha ficado na memória durante o percurso no Clube Desportivo de Belas
Foi no dia do meu aniversário em que entrei no café do clube e estavam todos os atletas e pais para uma surpresa de cantar os parabéns. E todos os momentos em que apesar dos resultados eles estão contentes e felizes do que estão a fazer.

 

6. Quais são as suas perspectivas futuras enquanto treinador desportivo?
As minhas expectativas são muito o que estou a viver no momento e foco-me no momento. Claro que tenho expectativa de chegar a seniores,  mas um passo de cada vez.


7. Na sua opinião, qual é a importância do futebol na vida das crianças/adolescentes?
Quando falamos da importância do futebol na vida das crianças também falo no desporto em geral, além de estarem a fazer um desporto que é sempre positivo para a vida saudável deles, as amizades que fazem num clube e quando falo de amizades não são apenas dos colegas da equipa mas amizades com todos os colegas do clube, a responsabilidade que ganham no futebol também é importante para a vida deles fora do clube, e enquanto estão no futebol a fazer desporto não estão agarrados a um telemóvel ou em ambientes que muitas vezes não são o mais saudável, sendo o futebol um refúgio para eles.

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